domingo, 31 de maio de 2015

ACTA DA MESA ELEITORAL

Aos trinta e um dias do mês de maio do ano de dois mil e quinze constituiu-se em Fátima, na residência da filiada nº 32 Fernanda Maria da Costa Neves Mendes a mesa eleitoral para presidir ao processo eleitoral e que ficou assim formada:
Presidente: José Maria Marques Cerca (nº 64)
Secretário: Sérgio Ferreira Cales da Silva (nº 73)
Relator: Sérgio Manuel Pereira Bregieira (nº 92)
De acordo com as “Instruções” conformes aos estatutos, enviadas antecipadamente a todos os filiados foram admitidos para a eleição dos órgãos do Partido PPV –Portugal Pró Vida três modalidades de votação: voto presencial em Fátima, voto por correio via CTT e voto por correio electrónico.
Apurados todos os votos assim chegados à Comissão Eleitoral o resultado verificado após terminado o período estabelecido para a votação foi o seguinte:
Votos presenciais: três
Votos via CTT: cinco
Votos por correio electrónico: vinte e três.
Estes votos ficaram assim distribuídos:

DIREÇÃO POLITICA NACIONAL
Lista A :19
Lista B :8
Branco :4
Nulo :0
CONSELHO FISCAL
Lista A :19
Lista B :8
Branco :4
Nulo :0
CONSELHO DE JUSTIÇA
Lista A :21
Branco :10
Nulo :0
MESA DA CONVENÇÃO NACIONAL
Lista A :20
Branco :10
Nulo :1

Refira-se que havendo inicialmente duas listas candidatas, uma delas, a Lista B que apenas concorria a dois órgãos (Direção Política Nacional e Conselho Fiscal) acabou por comunicar a sua desistência, quando já estava iniciado o processo de votação, alegando irregularidades que não caberá a esta mesa pronunciar-se, por não estar no âmbito das suas competências. Em virtude disso, os votos atribuídos à Lista B são considerados nulos, apesar de discriminados no apuramento final.
Refira-se ainda que durante o período de votação em Fátima foi entregue pela Responsável Geral demissionária, Joana Margarida Oliveira da Câmara Pereira, uma notificação de impugnação do resultado do ato eleitoral dirigido ao Presidente da Mesa da Convenção Nacional e ao Presidente da Comissão eleitoral.
Refira-se, por último, que na abertura da mesa se verificou a alteração do código de acesso ao correio institucional por pessoa estranha à mesa. Ultrapassado este problema por esta comissão, voltou a verificar-se, posteriormente, novo impedimento no acesso ao endereço institucional que novamente foi reposto pela mesa eleitoral.
Lamentamos e repudiamos estas tentativas de perturbação deste processo eleitoral.
Esclarece-se que o método utilizado para o apuramento dos votos se processou das seguintes formas:
1.boletins recebidos via CTT : ao Presidente da mesa eleitoral coube a abertura dos envelopes e verificação se o boletim estava devidamente dobrado em quatro. Ao relator coube a extracção do boletim do envelope e entregue o mesmo ao secretário que, por sua vez, o depositou na urna.
2.Votos recebidos no endereço institucional até às 18.00h: a gestão da caixa de correio institucional coube ao Presidente da mesa que guardou os anexos numa pasta previamente criada no ambiente de trabalho designada “urna electrónica”. Ao secretário coube a verificação e renomeação dos anexos na pasta atrás referida. Ao relator coube a impressão aleatória dos mesmos e depósito na urna física, sendo imediatamente eliminados os emails e respectivos anexos (boletins de voto).
Todos os boletins escrutinados ficaram à guarda do Presidente da mesa e simultaneamente Presidente da Comissão eleitoral.
E nada mais havendo a tratar deu-se por encerrado este processo eleitoral pelas 19.30h do qual foi lavrada a presente ata assinada pelos membros da mesa.

José Maria Marques Cerca
Sérgio Ferreira Cales da Silva
Sérgio Manuel Pereira Bregieira

sábado, 30 de maio de 2015

Semibreves da Lista A I Apelo à Participação


SEMIBREVE

LISTA A

30 MAIO

“Votar é uma inalienável responsabilidade individual de cada filiado em cujas mãos está o futuro do PPV”

Car@s filiad@s no PPV,

Amig@s,

Está a decorrer a votação das eleições internas para todos os órgãos do PPV. A Comissão Eleitoral permitiu três formas de voto: por correspondência postal, presencial (no Domingo à tarde em Fátima) e por email.
Desta forma permite-se que todos os que pretenderem fazê-lo, participem - sem custos, no caso do email - num acto de grande importância para a vida o nosso movimento.

Num momento em que por toda a Europa os cristãos compreendem a importância de aprofundar a sua participação na política*, seria mau que em Portugal aqueles que no PPV defendem a matriz civilizacional cristã se demitissem do simples acto de votar.

Bem sabemos que a campanha eleitoral decorreu num ambiente pouco menos do que irrespirável, especialmente quando se tornou claro que a lista A não desistiria de fazer o seu "trabalho de casa", elaborando um programa eleitoral coerente, apresentando listas de candidatura a todos os órgãos (apesar de obrigada a substituir quatro nomes), preferindo sempre a linguagem da proposta construtiva ao debate estéril.

Não podemos encarar o PPV como um "direito adquirido" ou uma mobília a cuja presença nos habituamos mas à qual não dispensamos quaisquer cuidados. Nesta campanha eleitoral, assistimos e lamentamos a desistência formal da lista B. Mas isso não significa que não se mantenham “duas listas” em clara oposição nestas eleições. A lista A é liderada por pessoas motivadas e que acreditam no futuro do PPV mas que precisam de um mandato claro e expressivo para legitimar democraticamente o seu projecto.
Esta é uma inalienável responsabilidade individual de cada filiado em cujas mãos está o futuro do PPV.

A lista A apela à participação de todos os filiados neste acto eleitoral. Apelamos ao voto em consciência na lista A.

Vamos construir um Portugal mais amigo da Vida e da Família!

Contamos convosco. Podeis contar connosco!







sexta-feira, 29 de maio de 2015

Comunicado Lista A I Confiança na Comissão Eleitoral e na Mesa da Convenção


COMUNICADO

LISTA A

1. Lamentamos a desistência da lista B do processo eleitoral, embora não compreendamos os motivos invocados. No longo e maçador processo montado em torno do "caderno eleitoral" o que sempre se disse pretender era ver o reconhecimento da listagem entregue pela ex-DPN, que supostamente terá admitido e legalizado (embora em regime interino) todos os novos filiados.
2. A lista A jamais questionou a legitimidade democrática da lista B, nem deu qualquer passo no sentido da sua impugnação, em nome do princípio da Paz no PPV, já tão delapidado.
3. Mantemos a nossa confiança na Mesa da Convenção Nacional e na Comissão Eleitoral ao decidir manter a opção de voto electrónico, tal como se tem feito desde o início do PPV, sendo a opção mais prática, económica e inclusiva para permitir o voto de qualquer pessoa a partir de qualquer localidade; aliás esta modalidade de voto é explicitamente referida nos estatutos no quadro das consultas referendárias (art.º42, ponto 2).




4. Pela nossa parte não nos opomos a que a lista B reconsidere a opção de desistência enviada do seu representante Manuela Matias e decida, colectivamente, manter-se no acto eleitoral, impedindo assim que uma decisão porventura (quase) individual não venha a manchar todo um grupo de pessoas - algumas com um longo historial de militância no PPV - possa ser mal interpretada
5. Pela nossa parte, a lista A "unir para crescer" continuará a sua campanha pela positiva
divulgando hoje a última das suas notas "semibreves", mantendo-se à disposição 
dos filiados para a sua 
discussão.


quinta-feira, 28 de maio de 2015

semibreves da Lista A I "O Princípio do fim da influência da igreja na vida política?"




LISTA A




 















Participe nesta reflexão connosco e escreva-nos para o nosso blog!

 

SEMIBREVES


a aprovação recente do "casamento gay" na "católica" Irlanda, em referendo, representa "o princípio do fim" da influência da Igreja na vida política, no "voto católico"?

Uma maioria na ordem dos 60% do eleitorado irlandês, conseguiu impor o seu capricho, o casamento entre homossexuais, quando até há bem pouco tempo, o criticavam, sendo uma forma de provocarem os Católicos.
Cremos que há duas conclusões a retirar deste referendo. A primeira, é que esta “moda” naquelas mentes perturbadas, virá a perder importância e daqui a uns anos, voltam ao anterior comportamento…, junta, desjunta… Não esquecer que quem os apoia, é essencialmente gente que anda desorientada, buscando um Norte. A segunda conclusão, é a tomada de consciência da força de sinistras entidades, que movendo-se nas trevas sociais, vão apoiando todo o tipo de acções que combatam os Valores Éticos/Morais das sociedades ocidentais, ditas civilizadas.

O Cardeal Pietro Parolin veio dizer que o Vaticano ficou profundamente triste com esta decisão dos irlandeses e considerou que era uma derrota para a Humanidade. Efectivamente, começa por ser uma derrota para todo o Ser Humano…, mas é mais um pilar social, a sacralidade do matrimónio, que derrubam, como já fizeram, nos anos 60/70, com a matança de Seres Humanos inocentes e indefesos, vulgo aborto, nos EUA…, depois contagiou os outros.  Quantos milhões já foram mortos?

Em face de tão imoral situação, o que podem fazer os cristãos empenhados?  Envolver-se na política, de forma a poder influenciar a perversa legislação criada e divulgar o mais possível as nefastas consequências deste comportamento, nomeadamente com recurso àqueles que passaram pela homossexualidade, assim como combater os comportamentos que promovem nos adolescentes, este comportamento contranatura. A educação deformada que muitos jovens-adolescentes recebem em casa, está na origem daquele comportamento, aparentemente afectivo…, mas que não passa de um afecto deformado.
Lista A© 2015

terça-feira, 26 de maio de 2015

semibreves da Lista A I "Que justiça social para Portugal?"


LISTA A
 










Participe nesta reflexão e escreva-nos através do nosso blogue!

 

SEMIBREVES

Que justiça social para Portugal?

26 maio

No seu programa, a lista A lança uma interrogação difícil que pede uma reflexão e uma resposta de todos os membros do PPV «Que “Estado Social” propomos nós que nos reclamamos seguidores da Doutrina Social da Igreja (DSI)?»
Num momento em que está na ordem do dia a perspectiva(?) governamental de vir a cortar adicionalmente nas pensões dos portugueses, a lista A - e por maioria de razão - o PPV não podem ficar à margem desta discussão.
Em especial, devemos alertar a sociedade portuguesa para a estreita ligação que existe entre a política de pensões e o "inverno demográfico". É chegado o momento de confrontar os portugueses com algumas consequências das políticas erradas de família (embora tidas por "politicamente correctas") que têm sido seguidas e se manifestam cada vez mais nos bolsos... na idade de reforma e nos valores das pensões dos portugueses.
O PPV alertou... mas precisa do seu voto para forçar uma mudança efectiva!





Lista A© 2015

Os nossos contactos:
https://twitter.com/LBotelhoRibeiro



segunda-feira, 25 de maio de 2015

Mensagens de alguns candidatos da Lista A

Caros filiados do PPV

No seguimento da apresentação do nosso programa a todos os filiados no PPV pelo nosso cabeça de Lista Luís Botelho, tdos nós, elementos da lista A, decidimos partilhar com todos os filiados o que nos motiva nesta Caminhada.

Este programa da Lista A foi elaborado tendo em conta todos os contributos que fomos recebendo e que foram principalmente inseridos no capítulo «Medidas por Área». Queremos deixar o nosso Muito Obrigado a todos os que contribuíram para a sua elaboração.

O programa está dividido em 3 partes: 
§  Mensagem do cabeça de lista e filiado nº1 do PPV (Luís Botelho)
§  Apresentação programática (Valores e Princípios)
§  Medidas por Área

Quem é a minha mãe e quem são os meus irmãos?  
 ...pois, todo aquele que fizer a vontade de meu Pai que está no Céu, esse é que é meu irmão, minha irmã e minha mãe. Mt 12, 48-50


APRESENTAÇÃO - ELEMENTOS DA LISTA A








Car@s amig@s,

O PPV vive tempos de indefinição.

A lista A adoptou a divisa «Unir para Crescer». Se vencermos estas eleições internas, pretendemos proceder a uma real renovação interna da organização e posicionamento do PPV (no contexto lusófono e europeu).
Convidaremos todos os filiados  a uma postura mais activa na defesa da causa comum para participar e ajudar a nova Direcção a apresentar listas de candidatura no maior número possível de distritos. 
O programa da lista A adoptou muito do património programático já adquirido pelo PPV e foi alvo de uma discussão no interior da lista, mas aberta a contributos de todos os filiados.
Vamos construir um Portugal mais amigo da Vida e da Família. Conto convosco. Podeis contar connosco!

Vota Lista A  I Unir para Crescer
Luis Botelho (DPN)



Não existe em Portugal qualquer movimento ou partido que respeite os meus ideais (que se suportam muito na doutrina social da Igreja) e respeite a vida humana. Encontrei um único movimento (que depois se tornou em partido) que respeita a Família e tudo que lhe está associado. Ao defender as causas sociais eu defendo a Família, logo defendo o indivíduo desde a concepção até à morte natural. Não conheço outro partido que claramente defenda estas grandes causas.
Carlos Fernando da Conceição Sousa  (Mesa da Convenção Nacional)



As minhas motivações pessoais para integrar este partido prendem-se com uma preocupação enquanto cidadã, católica e mãe de elevação das questões pró-vida à agenda política nacional.
A questão do aborto, é para mim, no quê respeita ao PPV, um ponto de partida mas não de chegada, é uma questão moral, social e política. Outras se lhe devem associar para robustecer um partido. Acredito na diferença que o PPV pode imprimir no panorama da política nacional e na vida de muitas pessoas. Unir para Crescer é o início de um diálogo, o mote para uma discussão aprofundada que todos nós, em boa consciência deveremos realizar.
Tânia Avillez (DPN)






A minha motivação quando fui convidado a aderir ao PPV são as preocupações que partilho com todos nomeadamente a questão da família, da vida, da moral e ética que o PPV deve TRANSMITIR À SOCIEDADE.
Defendo uma comunicação sadia com a sociedade.

Leonardo Cunha da Silva (DPN)






Num contexto político de insatisfação onde os principais partidos políticos defendem apenas os seus próprios interesses pondo de parte os valores fundamentais, há que encontrar alternativa, há que encontrar quem defenda os valores fundamentais, sendo o valor supremo o valor da vida, há que direccionar a política para a pessoa humana, para a vida, pois sem vida de que nos servirá a política?
Foram estes os motivos que me levaram a ter aceitado ser filiado no Portugal Pro Vida.
Helder Sousa   (Conselho de Justiça)



 Ando há mais de vinte anos no contacto directo com a política... e  constatei que a governação é dominada pela corrupção, por interesses pessoais, ganância dos dirigentes partidários. Para isso, não se preocupam em destruir a Nação Portuguesa.
 Acredito que há sempre uma solução para resolver os problemas, temos que ter ESPERANÇA e lutar!  Assim, entendi que só através de um novo partido, de gente nova e rica em bons Valores,  aqueles que devem nortear uma sã sociedade (e que se baseiam na Doutrina Social da Igreja), é possível mudar o ambientedoentio que respiramos. Desta foma, aderi ao PPV, pois os seus dirigentes mostraram uma linguagem diferente, a defesa de Valores que têm sido esquecidos ou desprezados, caso do valor da Vida Humana, da Família, da criança. Acredito que é possível criarmos uma sociedade justa, que apoie a Vida desde o momento da concepção até à morte natural, que defenda as crianças, que apoie as Famílias não só material mas moralmente, que promova políticas económicas que criarão mais emprego pelo desenvolvimento harmonioso da agricultura e pescas, da indústria e da investigação, dos serviços que deverão apoiar aqueles sectores e não viverem à sua custa, e que fomente a solidariedade intergeracional. 
                 Com um Portugal Pró Vida, é possível tirar Portugal do pântano..., de que está à espera? Venha, junte-se a nós!
Miguel Martel Lima (DPN)


Pretendo que o PPV seja um Partido vocacionado para defender os valores da vida e, ser o primeiro a manifestar-se contra estas tendências de "vulgarizar" a palavra e sobretudo a Instituição que é a FAMÍLIA e a sua NATURAL composição. Não podemos aceitar que queiram chamar família a algo que na sua génese não tem o verdadeiro sentido da Sagrada Família e ainda pior, que, depois de constituída, adquiram os mesmos direitos, nomeadamente no que à adopção diz respeito, como se fosse uma família perfeitamente normal!! Nada mais errado.
No fundo esta seria a vocação principal do PPV, mas não podemos esquecer os mais frágeis, e aqui incluo não só os idosos mas todos aqueles que, fruto de políticas erradas, caíram no desemprego, nomeadamente casais em que ambos estão ou ficaram desempregados recentemente. O PPV terá que ser um partido atento a estas realidades e a propor uma muito mais justa redistribuição da riqueza gerada.
Penso que o caminho terá de ser efectuado por estes caminhos, nem sempre fáceis mas que são os que mais realizam e gratificam.
José Carlos Andrade (Conselho Fiscal)




Só numa sociedade de valores cristãos poderemos crescer em liberdade, em respeito e em igualdade de oportunidades.
Não há outro caminho que nos complete como Cristo. Este é o único caminho que merece todo o nosso empenho e que vale a pena lutar. Por um PPV que seja a casa que acolha e mobilize todos os que se revêm em Cristo.
Sérgio Ferreira Cales da Silva (DPN)


Lar e Vida Abençoados
Lista A - «unir para crescer»


Programa de Candidatura Lista A

PPV I Programa Candidatura 
LISTA A


UNIR PARA CRESCER

     maio 2015


Car@s amig@s,

O PPV vive tempos de indefinição, apesar da recente vitória jurídica alcançada junto do Tribunal Constitucional. Penso que durante um ano e meio de exercício, a última direcção não realizou uma acção política consistente e manteve um contacto bastante intermitente com os filiados – a qual se pode resumir a uma mensagem de apresentação da responsável-geral e um pedido de apoio financeiro para as coimas.
Sob pretexto de “tratar das contas” - dimensão importante mas não a única - vivemos um ano e meio de quase eclipse político, não fora a honrosa participação nas Europeias 2014, principalmente graças ao denodo e empenho demonstrados pelo Acácio Valente.



Com o país em vias de entrar num novo ciclo político e eleições legislativas à vista, urge retomar a iniciativa e relançar o impulso inicial do PPV. Só desta forma seremos capazes de adquirir representação política efectiva, sozinhos ou em coligação com parceiros compatíveis com os nossos princípios fundadores

A lista A adoptou a divisa «Unir para Crescer». 

Se vencermos estas eleições internas, pretendemos proceder a uma real renovação interna da organização e posicionamento do PPV (no contexto lusófono e europeu). Convidaremos todos os filiados  a uma postura mais activa na defesa da causa comum para participar e ajudar a nova Direcção a apresentar listas de candidatura no maior número possível de distritos.

Os filiados têm o direito de decidir se querem um PPV interessado unicamente pela questão do aborto ou com uma intervenção política mais abrangente; mantendo o nome PPV ou alterando-o; com ou sem quotas; com ou sem livros de registo das decisões tomadas pelos diferentes órgãos; com uma postura mais ou menos firme diante da Entidade das Contas; com uma perspectiva de continuidade no tempo ou permanentemente sob o espectro da auto--extinção.
O programa da lista A adoptou muito do património programático já adquirido pelo PPV e foi alvo de uma discussão no interior da lista, mas aberta também a contributos de todos os filiados
Vamos construir um Portugal mais amigo da Vida e da Família. Conto convosco. Podeis contar connosco!

Vota Lista A  I Unir para Crescer
Luís Botelho

LISTA A  © 2015

Os nossos 
contactos: https://twitter.com/LBotelhoRibeiro I https://twitter.com/LBotelhoRibeiro