sexta-feira, 13 de março de 2015

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Boa tarde,

Quem escreve este email enviado da conta oficial portugalprovida@gmail.com e não o assina? Convinha que assinasse para sabermos quem é e a que título escreve.
Entretanto convinha que tivesse consciência de que, quem quer que seja, a sua resposta não satisfaz um dos contributos principais que minha mensagem pretendia dar e que era o da legitimação da comissão eleitoral. Cito «então seria conveniente deixar lavrada em acta a constituição concreta da comissão eleitoral, legitimando-a finalmente perante os filiados.»  Este e outros pontos não são "legalismo" mas sim respeito minimo pela legalidade - que é algo que só fará bem às pessoas e ao futuro do PPV. A arbitrariedade, outro nome para a injustiça, só virá abrir a porta a impugnações futuras que nos temos esforçado por evitar até ao limite do possível. Ver-se-á quando a insensibilidade e falta de humanidade e de sentido mesmo da justiça do sr Presidente da Comissão Eleitoral nos obrigar a impugnar os seus actos junto do Tribunal Constitucional, o desprestígio que fatalmente isso trará tb para o PPV, além da vergonha para o próprio que, antes disso, muitas oportunidades teve para ouvir a voz do bom senso e da Justiça.
Saudações democráticas,
Luis Botelho


Muito bom dia,
Seria interessante que as mensagens, embora enviadas de um endereço institucional, fossem assinadas.
Melhores cumprimentos,
Carlos Sousa
PORTO



On 12/03/2015 22:18, Portugal Pro Vida wrote:
Ex.mo senhor Eng. Luís Botelho

Face a um conjunto de questões e de sugestões constantes na sua última mensagem enviada para este grupo Google do PPV oferece-me fazer as seguintes observações:
1.Agradecer as sugestões apresentadas algumas das quais serão contempladas na referida ata, nomeadamente a que se refere à  incorrecta designação do cargo de Responsável-Geral da DPN.
2.Esclarecer que a constituição da Comissão eleitoral é posterior à reunião de Fátima, mas dela decorrente. Recorda-se mesmo que foi pedida a sua opinião quanto aos possíveis nomes que a poderiam vir a integrar.
3.Reiterar, uma vez mais, que as datas da entrega de listas e da votação foram discutidas na própria reunião da CN em que foi apresentada a demissão da Responsável-Geral da DPN, pelo simples facto de se proceder à escolha dos novos órgãos o mais rápido possível, face à proximidade das próximas eleições legislativas e presidenciais.
Fazer essa sugerida consulta e convocar nova reunião para a respectiva homologação das datas levaria demasiado tempo, nada recomendável perante os novos desafios que se apresentam ao PPV. É por isso que trazer à baila o Presidente da República nos parece descabido neste caso do PPV.
Refira-se que na discussão das referidas datas ninguém sabia, nem neste momento se sabe, quantas listas iriam surgir, nem muito menos tínhamos a garantia que o filiado nº 1 iria ser o proponente de uma lista. Neste sentido, as datas manter-se-ão nas condições já mencionadas em anterior mensagem.
4. Quanto aos cadernos eleitorais e face a algumas falhas na sua actualização, referir que eles se encontram neste momento em fase de actualização pela DPN interina em coordenação com a Comissão eleitoral.
Garantir que quando o trabalho estiver terminado o referido caderno eleitoral ficará disponível para a consulta de qualquer filiado que o deseje.
5.Quanto à decisão da criação de quotas (mínima de 1€!) tomada por unanimidade, achamos inoportuno e pouco democrático (embora legítimo) contestar agora essa deliberação, a qual poderá  ser debatida em próxima reunião da CN. Nesse sentido, não será aceite qualquer protesto ou impugnação para constar nessa ata. Haverá certamente espaço e tempo oportuno para o fazer.
6. Para terminar, quero exprimir a minha preocupação ao recear que se esteja a enveredar por um caminho demasiado legalista que poderá boicotar todo o trabalho de renovação do PPV. Entendemos que as regras são necessárias em qualquer instituição, mas fazer-nos escravos delas ou posicionar-nos irredutivelmente numa atitude puramente legalista, acabará por matar o espírito de renovação e de dinamização que se deseja para o PPV com o contributo de todos e das diversas sensibilidades que não serão, certamente, antagónicas mas complementares e enriquecedoras para um mesmo projecto. 

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