Quem escreve este email enviado da conta oficial portugalprovida@gmail.com e não o assina? Convinha que assinasse para sabermos quem é e a que título escreve.
Entretanto convinha que tivesse consciência de que, quem quer que seja, a sua resposta não satisfaz um dos contributos principais que minha mensagem pretendia dar e que era o da legitimação da comissão eleitoral. Cito «então seria conveniente deixar lavrada em acta a constituição concreta da comissão eleitoral, legitimando-a finalmente perante os filiados.» Este e outros pontos não são "legalismo" mas sim respeito minimo pela legalidade - que é algo que só fará bem às pessoas e ao futuro do PPV. A arbitrariedade, outro nome para a injustiça, só virá abrir a porta a impugnações futuras que nos temos esforçado por evitar até ao limite do possível. Ver-se-á quando a insensibilidade e falta de humanidade e de sentido mesmo da justiça do sr Presidente da Comissão Eleitoral nos obrigar a impugnar os seus actos junto do Tribunal Constitucional, o desprestígio que fatalmente isso trará tb para o PPV, além da vergonha para o próprio que, antes disso, muitas oportunidades teve para ouvir a voz do bom senso e da Justiça.
Saudações democráticas,
Luis Botelho
Muito bom dia,
Seria interessante que as mensagens, embora enviadas de um endereço institucional, fossem assinadas.
On 12/03/2015 22:18, Portugal Pro Vida
wrote:
Ex.mo senhor
Eng. Luís Botelho
Face a um
conjunto de questões e
de sugestões constantes na sua última mensagem enviada para
este grupo Google do
PPV oferece-me fazer as seguintes observações:
1.Agradecer as
sugestões
apresentadas algumas das quais serão contempladas na referida
ata, nomeadamente
a que se refere à incorrecta designação
do cargo de Responsável-Geral da DPN.
2.Esclarecer que
a constituição
da Comissão eleitoral é posterior à reunião de Fátima, mas
dela decorrente. Recorda-se
mesmo que foi pedida a sua opinião quanto aos possíveis nomes
que a poderiam
vir a integrar.
3.Reiterar, uma
vez mais, que as
datas da entrega de listas e da votação foram discutidas na
própria reunião da
CN em que foi apresentada a demissão da Responsável-Geral da
DPN, pelo simples
facto de se proceder à escolha dos novos órgãos o mais rápido
possível, face à
proximidade das próximas eleições legislativas e
presidenciais.
Fazer essa
sugerida consulta e
convocar nova reunião para a respectiva homologação das datas
levaria demasiado
tempo, nada recomendável perante os novos desafios que se
apresentam ao PPV. É
por isso que trazer à baila o Presidente da República nos
parece descabido
neste caso do PPV.
Refira-se que na
discussão das
referidas datas ninguém sabia, nem neste momento se sabe,
quantas listas iriam
surgir, nem muito menos tínhamos a garantia que o filiado nº 1
iria ser o proponente
de uma lista. Neste sentido, as datas manter-se-ão nas
condições já mencionadas
em anterior mensagem.
4. Quanto aos
cadernos eleitorais
e face a algumas falhas na sua actualização, referir que eles
se encontram neste
momento em fase de actualização pela DPN interina em
coordenação com a Comissão
eleitoral.
Garantir que
quando o trabalho
estiver terminado o referido caderno eleitoral ficará
disponível para a
consulta de qualquer filiado que o deseje.
5.Quanto à
decisão da criação de
quotas (mínima de 1€!) tomada por unanimidade, achamos
inoportuno e pouco
democrático (embora legítimo) contestar agora essa
deliberação, a qual poderá ser debatida em próxima reunião da
CN. Nesse
sentido, não será aceite qualquer protesto ou impugnação para
constar nessa
ata. Haverá certamente espaço e tempo oportuno para o fazer.
6. Para
terminar, quero exprimir
a minha preocupação ao recear que se esteja a enveredar por um
caminho demasiado
legalista que poderá boicotar todo o trabalho de renovação do
PPV. Entendemos
que as regras são necessárias em qualquer instituição, mas
fazer-nos escravos
delas ou posicionar-nos irredutivelmente numa atitude
puramente legalista,
acabará por matar o espírito de renovação e de dinamização que
se deseja para o
PPV com o contributo de todos e das diversas sensibilidades
que não serão,
certamente, antagónicas mas complementares e enriquecedoras
para um mesmo projecto.
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